Cidade-museu? Não em Paris!

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Um dos argumentos que mais escuto quando alguém quer demonstrar porque não gosta de Paris é dizer que ela se tornou uma “cidade-museu”, onde só vemos coisas antigas, prédios de pedra medievais ou do século XIX, ruas estreitas demais, que não é mais possível construir edifícios “modernos” ou “contemporâneos” e que ninguém pode tocar em mais nada, como se a cidade perfeita houvesse sido alcançada..

Ora, como paulistano que acompanha a voracidade com que o mercado imobiliário avança por áreas historicamente ocupadas e por regiões ainda pouco exploradas, é perfeitamente compreensível esse ponto de vista. Mas ele revela, na verdade, uma falsa impressão. Paris está, sim, em movimento, novas construções e melhorias urbanas estão sendo implementadas, oferecendo novas possibilidades de descoberta para os novos e os velhos amantes dessa senhora com mais de dois mil anos de história. Falemos sobre três faces dessa Paris que se prepara para enfrentar o século XXI:

Guilherme Reed

 

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